Meu Deus, que pânico. Que pânico, meu Deus. fiquei olhando, pensando, olhei. E pensei e olhei mais um pouco aquelas fotos.
Ué, era assim que a gente era amigo? Ah, tá. como é bom ver as coisas de outro ângulo.
Minha única vontade era de sumir, mas como você não foi, fiquei mais tranquilo. A minha sorte é que tinha gente ali que não tem que ficar fazendo o fofo por conveniência.
E nem ficar falando groselha de graça.goguéia de gaga. Tá.
Aliás, adoro o Gourmet. A Dani (ou Adriana? sempre confundo. perdão.) e o barman bonitinho-simpático que me chama pelo nome. Que lugar um barman bonitinho-simpático te chama pelo nome tendo te visto, hmm sei lá, 3 vezes?
Me senti especial.
Mas, se você tivesse ido, coisa que não aocnteceu, seria pior, porque ia ficar aquele climão maneiro e eu ia ficar falando, falando e criando, criando meio que pra fazer você ficar quieto, que estaria fazendo graça pra amenizar a simpatia. E ia ficar aquela coisa do amigo que finge estar interessado, ao lado do falso amigo do falso amigo. Aí você sai andando pra lá que eu saio andando pra lá.
E em um momento emudecer. Pronto. E fingir uma intimidade ao ponto de pedir um cigarro, qualquer coisa. Só ia querer ficar com a boca um pouco ocupada, pra não chegar muito perto. Quem me conhece sabe.