Tive um sonho muito louco. Tava andando pela Paulista, e era hoje. Tipo, eu dormia e ia pra lá, e sabia que tava dormindo, mas lá. Hm, tá. Nesse tempo, encontrava a bee que trabalha no Daona Teresa, o Kuma, mais uma bee desconhecida, mas que tenho a impressão de ter visto já, e o Márcio. Todos sentados num ponto de ônibus ali na Peixoto com a Paulista, que não existe, obviamente, porque ali não passa ônibus.
Daí eles estavam esperando o Márcio voltar, já que tinha ido comprar taba, e eu ficava ali groselhando, groselhando. Aí eu ficava meiafim de um sujeito e o Márcio aparecia e me dava bronca, que como pode isso, como assim, magina, que coisa. E sabendo como o Márcio é, ele realmente ficaria putinho comigo, me daria algumas patadas, mas no final a gente ia ficar bem. 
aliás, toco saudade da bicha, como será que ela tá? Depois daquele bafo todo que deu, quando meio que brigamos, não temos nos falado tanto. MAs também, quem manda vir me chochar na frente de gente que eu mal conheço? Sério, pode falar o que quiser pra mim, mas não me envergonhe na frente dos outros. Vou te odiar profundamente, querer arrastar seu rosto no asfalto meio-dia. Mas eu sou babaca, não sei guardar zanga por muito tempo. Vai ver por isso que. Bah, nevermind.

Bom, aí depois desse bafafá todo, esse quiproquó, íamos voando pra um apartamento e tava de noite, só que a gente não conseguia entrar no apartamento e passávamos voando direto. E começávamos a gritar, que como assim, não vão deixar a ente entrar, estamos na lista(?), queporréessa, aí íamos ali na 9 de julho, entrávamos na Lôca e estavam todas as bichas lá, mais as guêi velha, e performers clássy, como Michael e Bianca Exótica, que agora prefere ser chamada de Bianca Soares.

Aliás, a bia me deixou pegar nos peitos dela na Trackers, no último mês. Aliás, a Trackers têm sido o melhor lugar de SP, pqp, como aquilo tá divertido. Apesar de que, têm se formado um novo clã das colocadas voadoras, que me irrita um pouco. E a bi tá bonita, viu?  

Daí no fim da pista da Lôca tinha uma portinha que dava para o apartamento e saíamos pelo banheiro (hahaha) e estava tudo trevas, trevas, terevas, todas as demônias profissionais acuendando e a gente ali com tabas na mão. E desenrolávamos essa taba e dava um punhandinho de uma mão cheia. Fumamos e eu entrei num dos quartos, onde tinha uma bee paranormal, que estava conversando com o namorado falecido, por psicografia (??).

Ai, tô com preguiça desse texto.

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